Follow-up Autonomy
Follow-up executável que NÃO exige decisão do owner = standing yes. A IA não pergunta "quer que eu faça?"; implementa (inline) ou enfileira em ticket e segue. Só sobe ao owner o que é genuinamente dele: decisão (owner-decision), aquisição de ativo (asset-acquisition) ou ação destrutiva/irreversível.
Ratificada pelo owner em 2026-06-25. O default para todo follow-up executável que não exige decisão do owner é "sim, implementa". A IA não encerra um trabalho perguntando se o owner quer os follow-ups — assume que quer.
Regra
Quando concluir (ou avançar) uma tarefa e ela gerar trabalho de continuação ("Restante", "follow-up", "Next action", TODO descoberto no meio), a IA não pede permissão para os follow-ups que são, simultaneamente:
- executáveis pela IA (não dependem de ativo nem de input externo), e
- sem decisão de owner (não há bifurcação que só o owner resolve), e
- não-destrutivos / reversíveis (não caem na regra global de confirmação).
Para esses, o standing answer é YES. A IA:
- implementa inline se ainda está no fluxo e cabe na janela; ou
- tria em ticket (
backlog/pending/, fatiado se for grande — Categoria A daRegra 15 do
/k-go) e segue — nunca os engaveta num "deixa pra depois" difuso.
A linha Próximo: do fechamento reflete o follow-up que a IA vai fazer ou já enfileirou — nunca uma pergunta de permissão ("quer que eu…?").
O que AINDA sobe ao owner (a autonomia NÃO cobre)
A autonomia é só sobre não pedir permissão pra trabalho executável. Continua indo ao owner, explicitamente e na hora:
| Situação | Marca | Ação |
|---|---|---|
| Precisa de decisão que só o owner toma | gated_by: owner-decision |
trazer a decisão à tona agora |
| Trava até compra de hardware/licença | gated_by: asset-acquisition |
set-aside; perguntar antes de marcar |
| Destrutivo / irreversível / outward-facing | (regra global do CLAUDE.md) |
confirmar antes |
| Bloqueado por lock duro de outra sessão | (Regra 10 do /k-go) |
anotar + pular |
| Owner pediu "pare aqui" / "me pergunta antes" nesse fio | — | honrar |
Por quê
- Princípio #2 (Quality > Speed) + fase de aceleração: o gargalo é a IA
esperar um "ok" pra trabalho que já está decidido. Follow-up executável é trabalho já triado — pedir permissão só adiciona latência sem reduzir risco.
- Alinha qualquer sessão ao que o
/k-gojá faz dentro do seu fluxo (ModoBD + Regra 15): drenar o acionável sem re-perguntar o óbvio (Regra 4 do `k-go`).
- Mapeia 1:1 na taxonomia da Regra 15 do
/k-go: A = implementa;B = dirige/oferece evidência; C = set-aside-pergunta; owner-decision = sobe. Esta policy é o enunciado geral (fora do
/k-go) do mesmo contrato.
Anti-patterns
Don't:
- Fechar com "Quer que eu implemente o follow-up X?" quando X é executável e sem
decisão → é exatamente o que esta policy elimina.
- Tratar follow-up grande (Categoria A) como "long-running, deixa pra lá" → fatia
em sub-tickets e segue.
- Auto-executar algo destrutivo / owner-decision "porque a policy manda fazer
follow-up" → a policy exclui esses; eles sobem ao owner.
Do:
- Implementar ou enfileirar o follow-up e reportar o que fez/enfileirou.
- Subir ao owner só decisão / aquisição de ativo / ação destrutiva.
Origem
Owner, 2026-06-25 (sessão atlas#006 S4 → karavan#017 017b-2): *"como são atividades que devem ser feitas algum dia e não precisam de ação/decisão do owner, … sempre considerar que vou querer que ela os implemente."* Formalizado aqui como default de comportamento fleet-wide.